sexta-feira, 23 de março de 2012

Visita às Berlengas dia 7 de Abril

O CREIAS-Oeste (Centro Regional de Educação e Investigação Associada à Sustentabilidade do Oeste) realiza no próximo dia 7 de Abril uma visita às Berlengas. O programa, que compreende uma visita ao ecossistema da ilha e almoço, começa às 10h00 em Peniche (Ribeira Velha) e o regresso está previsto para as 17h00.

 
A actividade terá um custo de 20 euros para adultos e 15 euros para crianças e é limitada a 27 pessoas. Este valor inclui viagem ida e volta e fornecimento de pão, vinho e carvão para a assada de peixe.
As inscrições deverão ser remetidas para o CREIAS-Oeste através do e-mail
livia.vieira@ceifa-ambiente.pt indicando o nome e contacto telefónico.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Curso de nadador salvador em Peniche

A Capitania do Porto de Peniche e o Instituto de Socorros a Náufragos organizam um curso de nadador salvador nas piscinas de Peniche, entre 16 de abril e 18 de maio, nos dias úteis das 19h30 às 24h.

O custo de inscrição é 5,70 euros e depois de aprovado para o curso são mais 123 euros. As inscrições devem ser feitas até 12 de abril na capitania.

As provas de admissão passam por nadar cem metros em um minuto e cinquenta segundos, nadar vinte segundos em apneia, nadar costas vinte e cinco metros, e retirar dois objetos do fundo da piscina. Os candidatos devem ter mais de 18 anos e a escolaridade obrigatória.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Rendas de bilros de Peniche estão a ser aplicadas na joalharia

As rendas de bilros de Peniche estão a ser aplicadas em joias, disse o vice-presidente do município, onde hoje mais de um milhar de alunos das escolas estão a aprender esta arte.

“Estamos a trabalhar numa parceria em que as rendas de bilros são aplicadas em joias de uma coleção que vai ser apresentada em abril”, disse hoje Jorge Amador, também vereador com o pelouro da Cultura.
A parceria com o projeto ‘Ser Portugal’ visa também garantir “a presença das rendas de bilros em feiras internacionais”.

“Pretendemos valorizar e preservar esta arte e garantir a possibilidade de as pessoas tirarem alguma rentabilidade dos trabalhos que podem fazer”, explicou à Lusa o autarca.

No âmbito desta parceria, o município de Peniche, responsável pela escola de aprendizagem de rendas de bilros local, garante o número de rendilheiras necessário para a execução dos trabalhos de aplicação.

Quer saber “De que é feito um museu?” Visite o Centro Interpretativo de Atouguia da Baleia

Até 30 de março é possível conhecer o “backoffice” do novo Centro Interpretativo de Atouguia da Baleia, no concelho de Peniche.
Reservas Técnicas, Laboratório de Conservação e Restauro e Centro de Documentação são áreas dadas a conhecer e explicadas aos visitantes, através de técnicos do Centro Interpretativo de Atouguia da Baleia.
A atividade “De que é feito um museu” decorre de terça a sexta-feira, às 10 e às 15 horas.

Além desta visita guiada, os visitantes têm à disposição uma área aberta ao público: a exposição “Centro Interpretativo de Atouguia da Baleia: Um projeto museológico participativo” e a Igreja de São José.

Para se inscrever nas visitas guiadas, os interessados devem contactar o número 262 758 644 ou através do email ciab@cm-peniche.pt, sendo que por cada visita está estabelecido um limite de 20 pessoas.

terça-feira, 20 de março de 2012

Iniciativas Oceânicas 2012‎ em Peniche

As Iniciativas Oceânicas, promovidas pela Surfrider Foundation Europe, aproximam-se a passos largos e precisamos da vossa ajuda! Nesse sentido, agradecíamos que se possível divulgassem o texto presente no seguimento deste e-mail, bem como as imagens enviadas em anexo.

Símbolo por excelência da protecção do nosso litoral, as Iniciativas Oceânicas que já vão na sua 17ª Edição, são um evento mundial incontornável na luta contra os resíduos aquáticos, que procuram mobilizar toda a sociedade por um objectivo comum, tornar as nossas praias, lagos e rios locais mais aprazíveis e com menos resíduos. Entre 22 e 25 de Março irão decorrer em diversos pontos do Globo, acções de limpeza que têm como objectivo alertar a população sobre os resíduos que têm como destino os rios, ribeiros, oceano e praias. Em www.initiativesoceanes.org podem encontrar a localização das diferentes limpezas, inclusive as realizadas em Portugal.

Podem assim encontrar acções de limpeza em: Viana do Castelo, Ofir, Esposende, Matosinhos, Vila Nova de Gaia, Espinho, Esposende, Peniche, Lourinhã, Santa Cruz, Ericeira, Sinta, Carcavelos, Costa da Caparica, Sines (limpeza sub-aquática) e em diferentes pontos do Alentejo e dos Açores. Em 2011, cerca de 1200 operações de limpeza levadas a cabo por 42.000 pessoas contribuíram para o sucesso das Iniciativas Oceânicas. Mas o combate continua e por isso contamos com a mobilização de toda a comunidade, surfista ou amante da natureza, para que a mensagem seja transmitida. Desta mobilização dependem as mudanças dos comportamentos e a sensibilização do grande público. É um pequeno contributo que pode fazer a diferença. Este ano, as Iniciativas Oceânicas inserem-se no âmbito do programa ambiental mundial da Surfrider, “RISE ABOVE PLASTICS*” que visa reduzir a introdução de novos resíduos plásticos nos oceanos e no litoral.

A maioria dos resíduos aquáticos é de origem plástica. Esta poluição não poupa nenhuma extensão de água no planeta. Perante este problema global, a Surfrider Foundation adoptou uma mensagem comum, “Rise Above Plastics”, que consiste em sensibilizar o público para os perigos do plástico no ambiente e para o Homem, em lutar por uma redução das embalagens plásticas e em garantir um tratamento mais eficaz dos resíduos. A mobilização excepcional dos cidadãos em torno das Iniciativas Oceânicas confere ao projecto “Rise Above Plastics” uma credibilidade junto de colectividades e dos industriais, mas também das instituições locais, nacionais e internacionais.

Contactos úteis:
Surfrider Foundation Porto
Local Chapter of Surfrider Foundation Europe
Website:
http://surfriderfoundationporto.tumblr.com/
Facebook: www.facebook.com/surfriderporto

segunda-feira, 19 de março de 2012

VII edição da Semana da Juventude em Peniche

“Solidariedade entre Gerações” é este o tema da 7ª edição da Semana da Juventude de Peniche que se realiza entre os dias 22 e 30 de março. Ferrel é o palco escolhido.
Esta edição terá uma mostra de talentos com vários concursos e atividades. Música, dança, desporto, cultura, arte e fotografia serão as áreas em destaque e nas quais qualquer pessoa que tenha talento se poderá inscrever.
A iniciativa visa envolver os jovens do concelho de Peniche na participação ativa, quer através do envolvimento das associações locais, quer pela dinamização de uma mostra de talentos.
A animação noturna decorre em Ferrel, de 22 a 24 de março, e os restantes dias serão dinamizados pela Associação Juvenil de Peniche, que promove um intercâmbio internacional – Lendas da Europa, e vai contar com a parceria de organizações de Itália, Islândia, Eslovénia, Malta e Portugal, num total de 40 jovens, com idades compreendidas entre os 18 e os 25 anos.
A Semana da Juventude é promovida pela Câmara Municipal de Peniche, em parceria com Associações, Grupos Juvenis locais, a Unidade de Cuidados na Comunidade e a Junta de Freguesia de Ferrel.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Projecto luso-finlandês vai produzir energia eléctrica a partir do mar em Peniche

A praia da Almagreira, em Peniche, vai ser laboratório de uma experiência que visa produzir energia eléctrica com base nas correntes marítimas. Trata-se de um projecto de 5 milhões de euros, no qual participam finlandeses, portugueses, alemães e belgas, com 1,1 milhões de euros afectados aos Estaleiros Navais de Peniche para a montagem final de uma estrutura que será submersa a 25 metros de profundidade e que estará ligada a terra por um cabo submarino pelo qual será transportada a energia eléctrica a ser injectada na rede da REN.
É uma plataforma invulgar a que está a ganhar corpo nos estaleiros de Peniche e que em Maio deverá ser submergida na praia da Almagreira, perto do Baleal. É constituída por três módulos de produção de energia sobre as quais assentam três asas que se movimentam ao sabor das correntes submarinas no fundo do mar.
O software e grande parte do hardware têm origem em Kotka, na Finlândia, ficando os portugueses com a missão da montagem final e preparação da fixação da estrutura ao fundo do mar, que está a cargo dos Estaleiros Navais de Peniche.
Os trabalhos estão em curso desde Janeiro e, se tudo correr bem, esta plataforma será depositada a três milhas da praia da Almagreira esperando-se que venha a produzir 300 Kw/hora.
Trata-se de uma quantidade residual de energia eléctrica (menos de 1% da capacidade de um moinho eólico), mas o que está em causa não é, para já, produzir em escala, mas sim testar uma tecnologia que é nova e que tem um grande potencial. O domínio é o da pura I&D (Investigação e Desenvolvimento) e por isso é que o projecto é financiado pela Comissão Europeia, através do 7º Programa-Quadro.

O objectivo é, pois, experimentar, aperfeiçoar, optimizar, de modo a que mais tarde, se possa produzir mais e melhor tecnologia e expandir esta fonte de energia, que é renovável e limpa porque não tem quaisquer impactos ambientais negativos. Nem sequer paisagísticos porque os equipamentos estão no fundo do mar.
Optimistas, os finlandeses projectam instalar em 2013 uma versão pré-comercial com uma capacidade de 5 Mw/hora, ou seja, 17 vezes mais do que a da plataforma agora em construção.
Denominado Surge – Simple Underwater Renewable, este projecto tem como parceiros a AW Energy Oy, que lidera, e a Multimart Oy, ABB Oy, todos finlandeses. A parte portuguesa é composta pela Câmara Municipal de Peniche, Estaleiros Navais de Peniche, Instituto Hidrográfico, Centro de Energia das Ondas e a empresa do grupo Lena, Eneólica, SA. Há ainda um parceiro alemão (Bosch Rexroth) e outro belga (Instituut voor Infrastructuur).
Carlos Mota, presidente dos Estaleiros Navais de Peniche reconhece que não é este projecto que vai salvar a empresa das dificuldades crescentes com que se tem debatido devido a uma grande quebra nas encomendas nos últimos meses. Mas sublinha que, se isto resultar, a sua empresa poderá vir a ser o embrião de um cluster muito semelhante ao da energia eólica. Ainda assim, a montagem da plataforma e a sua fixação no fundo do mar representam 25 mil horas de trabalho para os estaleiros penichenses.
Estes estaleiros são a maior empresa privada de construção naval do país e tiveram em 2011 um volume de negócios de 15 milhões de euros, mas o seu administrador não quis divulgar os resultados líquidos, limitando-se a enfatizar que “apesar do momento de recessão económica, foram positivos na ordem das centenas de milhar de euros”.
A empresa conta actualmente com 120 trabalhadores, mas ainda no Verão passado eram 220. Carlos Mota explica que esta redução se deveu à também redução do volume de trabalho que ocorreu no segundo semestre de 2011.
Para a cidade de Peniche este projecto é mais uma oportunidade para se afirmar a nível internacional como um pólo de actividades ligadas ao mar. Daí que o próprio município seja parceiro no projecto.
O presidente da Câmara, António José Correia, diz que foi contactado pelos finlandeses em 2006. “Eles tinham uma ideia de que a costa desta zona tinha condições interessantes para acolher este tipo de projectos e eu disse que faria sentido utilizar as competências locais na área dos estaleiros e no mergulho”, contou.
A autarquia tem actuado também como “agente facilitador” na ligação com a administração central, procurando obter as autorizações e licenciamentos necessários numa área sobre a qual – devido ao seu carácter inovador – não há praticamente legislação.